Empresas Habilitadas à Linha Azul - pela Data da Certificação.
01- 3M do Brasil Ltda, CNPJ 45.985.371/0001-08 – ADE SRRF08 nº 002, de 13/01/2005
02- Andreas Stihl Moto Serras Limitada, CNPJ 87.235.172/0001-22 - ADE DRF/NHO nº 43, de 27/09/2007
03- BASF S/A, CNPJ 48.539.407/0001-30 - ADE IRF/SPO nº 45, de 30/10/2007
04- Caterpillar Brasil Ltda., CNPJ nº 61.064.911/0001-77 - ADE DRF/PCA nº 36, de 17/12/2008
05- Continental Brasil Indústria Automotiva Ltda., CNPJ nº 48.754.139/0001-57 - ADE IRF/SPO nº 121, de 12/11/2008
06- Cummins Brasil Ltda, CNPJ 43.201.151/0001-10 – ADE IRF/SPO nº 10, de 04/03/2009
07- DOW Brasil Sudeste Industrial LTDA, CNPJ nº 53.877.627/0001-91 - ADE IRF/SPO nº 105, de 29/10/2008
08- Dupont do Brasil S/A, CNPJ 61.064.929/0001-79 - ADE IRF/SPO nº 134, de 18/12/2008
09- Dynapac Brasil Indústria e Comércio Ltda., CNPJ 06.314.429/0001-30 - ADE DRF/SOR nº 33, de 17/10/2008
10- Eaton Ltda., CNPJ nº 54.625.819/0001-73, – ADE SRRF08 nº 101, de 27/10/2004
11- Embraer Empresa Brasileira de Aeronáutica S/A, CNPJ nº 07.689.002/0001-89 – ADE DRFB/São José dos Campos nº 9, de 23/05/2007
12- GE Celma Ltda., CNPJ 33.435.231/0001-87 - ADE DRF/NIU nº 61, de 23/12/2008
13- Honda Automóveis do Brasil Ltda, CNPJ 01.192.333/0001-22 - ADE ALF/VCP nº 14, de 14/11/2008
14- Johnson e Johnson Produtos Profissionais Ltda., CNPJ nº 54.516.661/0001-01 – ADE SRRF08 nº 101, de 27/10/2004
15- Komatsu do Brasil Ltda., CNPJ 44.410.199/0001-00 - ADE IRF/SPO nº 100, de 17/10/2008
16- Maximiliano Gaidzinski SA - Indústria de Azulejos Eliane, CNPJ 86.532.538/0001-62 - ADE IRF/FLO nº 01, de 05/03/2007
17- Nissan do Brasil Automóveis Ltda., CNPJ nº 04.104.117/0001-76, - ADE IRF/CTB nº 10, de 19/11/2008
18- Nokia do Brasil Tecnologia Ltda., CNPJ nº 02.140.198/0001-34, ADE ALF/MNS nº 11, de 17/10/2007
19- Robert Bosch Ltda, CNPJ nº 45.990.181/0001-89 – ADE SRRF08 nº 101, de 27/10/2004
20- Rolls Royce Brasil Ltda., CNPJ 59.106.955/0001-70 - ADE IRF/SPO nº 76, de 22/07/2008
21- Samsung Eletrônica da Amazônia Ltda, CNPJ nº 00.280.273/0001-37, ADE ALF/MNS nº 12, de 06/11/2007
22- Samsung Eletrônica da Amazônia Ltda, CNPJ nº 00.280.273/0001-37, ADE ALF/MNS nº 12, de 06/11/2007
23- Sanmina-SCI do Brasil Integration Ltda, CNPJ 01.498.525/0001-61 - ADE ALF/VCP nº 05, de 09/03/2009
24- Solvay Indupa do Brasil S/A, CNPJ nº 61.460.325/0001-41 - ADE IRF/SPO nº 17,de 14/02/2008
25- Tavex Brasil S/A, CNPJ 61.520.607/0001-97 – ADE IRF/SPO nº 18, de 08/04/2009
26- Unilever Brasil Higiene Pessoal e Limpeza Ltda., CNPJ nº 03.085.759/0001-02 - ADE ALF/VCP nº 7, de 06/06/2008
27- Volkswagen do Brasil Ltda, CNPJ nºs 59.104.422/0001-50, ADE IRF/SPO nº 94, de 01/10/2008
28- Volvo do Brasil Veículos Ltda., CNPJ nº 43.999.424/0001-14 – ADE IRF/CURITIBA nº 02, de 01/02/2008
29- Yamaha Motor da Amazônia Ltda, CNPJ nº 04.817.052/0001-06 - ADE ALF/MNS nº 9, de 13/03/2008
quinta-feira, 29 de outubro de 2009
Certificação Linha Azul
Nova estrutura estabelecerá graus diferentes de exigências e benefícios.
A Linha Azul – modalidade expressa de despacho aduaneiro – deve passar por uma reestruturação, após dez anos de operação, para permitir que mais empresas possam usufruir do regime. Devido às exigências atuais de patrimônio e de corrente de comércio, hoje o mecanismo está restrito a indústrias de grande porte, como Volkswagen, Embraer, Dow, Nokia , Samsung, Yamaha e Basf.
“Estamos revendo os requisitos de habilitação para ampliar o benefício”, informa Juraci Garcia Ferreira, chefe da Divisão de Simplificação da Coordenação Geral de Administração Aduaneira (Coana) da Receita Federal. A palavra de ordem, diz ele, é simplificação. “Há chance de os valores – patrimônio líquido e movimentação de recursos no comércio internacional – serem reduzidos”, relata o chefe da Coana. “Mas manteremos a segurança e o controle aduaneiro.” Em linhas gerais, adianta Ferreira, a Receita quer que o grau do benefício seja proporcional ao número de requisitos cumpridos pela empresa. A idéia é que haja três níveis de habilitação e que as mudanças sejam implementadas ainda este ano.
No momento, esclarece o chefe da Coana, um grupo avalia a viabilidade técnica e legal da alteração.
Viracopos, o pioneiro
A Linha Azul nasceu experimentalmente há 12 anos como um projeto do Aeroporto de Viracopos (SP). Em 1999, por intermédio da Instrução Normativa nº153,a Receita estendeu o mecanismo a todas as alfândegas do País. De lá para cá, o regime foi sendo aperfeiçoado, vigorando atualmente a I n s t r u ç ã o N o r ma t i v a nº 779/2007, da Receita Federal. “A empresa habilitada tem tratamento preferencial tanto na importação como na exportação, mas a incidência de canal vermelho (verificação física e documental de carga) é maior na importação”, diz o inspetor-chefe da Alfândega do Aeroporto Internacional de São Paulo (Guarulhos), José Antonio Gaeta Mendes. Isso explica, segundo ele, por que as empresas usam mais o mecanismo ao nacionalizar mercadorias do que ao exportar. Gaeta ressalta que, embora a incidência de canal vermelho seja menor na Linha Azul, as empresas habilitadas podem pegá-lo. “Ainda assim o trâmite é mais rápido”, explica. Segundo o inspetor, a incidência de canal vermelho é cerca de dez vezes menor para as empresas da Linha Azul.
Movimento de Guarulhos
No ano passado, o Aeroporto de Guarulhos movimentou 8.642 toneladas de mercadorias importadas pelo regime aduaneiro expresso, 27% mais do que no ano anterior, informa o inspetor Gaeta Mendes. Viracopos, o pioneiro, liberou 13.700 toneladas pelo sistema, contra as 13.900 toneladas de 2007. “Tivemos uma pequena migração de carga de Viracopos para Guarulhos, porque investimos nos terminais de carga”,diz o inspetor. As empresas habilitadas a operar no sistema expresso avaliam que o mecanismo só traz vantagens. “O tempo para nós é uma moeda extremamente poderosa”, afirma Juliana Nunes, diretora de assuntos corporativos da Unilever Brasil, fabricante de produtos de higiene pessoal, limpeza e alimentos com 12 unidades fabris no País e 12.500 funcionários diretos.
A executiva conta que os desembaraços estão muito mais rápidos desde que a empresa obteve a habilitação, em junho do ano passado, para suas linhas de higiene e de limpeza, onde está o maior volume de importação e de exportação da companhia. “Fechamos 2007 com 89% dos nossos processos de importação e exportação classificados em canal verde, percentual que subiu para 99% a partir de meados de 2008”,diz a diretora. “O desembaraço, que demorava uma média de um dia, agora sai em minutos.”
Competitividade .
A economia de tempo obtida com a Linha Azul dá inclusive mais visibilidade à Unilever no exterior. “Nos tornamos mais competitivos e podemos fornecer mais produtos lá fora”, comenta Juliana. Todo o creme dental que o grupo Unilever vende na América Latina sai do Brasil e a filial local exporta ainda shampoo`s, cremes de pentear, sabonetes líquidos, sabonetes e, em menor quantidade, detergente em pó. Na outra ponta, a companhia traz basicamente insumos — os únicos produtos acabados são os desodorantes aerossóis, produzidos na vizinha Argentina para abastecer toda a América Latina. Dona de marcas já tradicionais no mercado nacional, como Omo, Rexona, Kibon, Knorr, Dove e Maizena, a Unilever emite mensalmente em torno de 150 declarações de importação (DIs) e mais de 200 registros de exportação (RE) só na Linha Azul. “Estamos praticamente todos os dias nos portos de Santos (SP) e de Suape (PE)”, comenta Juliana.
A executiva relata que a Unilever resolveu aderir ao Linha Azul em 2006, ao ver que preenchia todos os requisitos para solicitar a certificação. “Chegamos à conclusão que era interessante partir para a Linha Azul porque o mecanismo é quase que um atestado de idoneidade”, conclui. A Robert Bosch, que atua nos segmentos automotivo e de ferramentas elétricas, enquadrou praticamente 100% de suas importações e exportações no procedimento expresso. “O grande benefício é você ter maior incidência de canal verde”, diz Anselmo Felix Riso, gerente de Logística Corporativa e Comércio Exterior da empresa, que ingressou no sistema em outubro de 2002. Riso informa que, anteriormente, a empresa levava de 7 a 10 dias, em média, para liberar um processo. “Agora o tempo médio caiu para algo entre 4 a 8 horas”, diz ele. Essa redução gerou uma considerável redução nos estoques da companhia. “Hoje em dia posso me dar ao luxo de ter menos estoque ou quase não ter.” O gerente da Bosch estima que, graças à Linha Azul, os custos médios de armazenagem da Bosch na zona alfandegada caíram 30%. Na opinião do executivo, eventuais alterações que diminuam o volume movimentado ou o capital social das empresas que querem aderir à Linha Azul são positivas. “Não acho que o mecanismo foi feito para empresas grandes, mas sim para companhias idôneas.”
Simplificação beneficiará exportações
Embora a Linha Azul seja um mecanismo predominantemente utilizado pelas empresas brasileiras na importação, se os estudos em curso na Receita Federal forem mesmo colocados em prática as exportações sairão ganhando. A idéia, na Receita, é aperfeiçoar o conceito internacional de Operadores Econômicos Autorizados (OEA), credenciando operadores legítimos e confiáveis para operar no comércio exterior com procedimentos aduaneiros simplificados. De acordo com Juraci Garcia Ferreira, chefe da Divisão de Simplificação da Coordenação Geral de Administração Aduaneira (Coana) da Receita Federal, entre os ganhos visualizados com o projeto está a possibilidade de as empresas habilitadas poderem iniciar o despacho de importação com antecedência, ainda abordo do navio, por exemplo, adiantando a fiscalização aduaneira e a liberação das mercadorias importadas. A Receita almeja, ainda, que as aduanas de outros países reconheçam a qualidade da certificação local de AEO. “Isso pode gerar tratamento diferenciado das operações de exportações brasileiras executadas, no todo ou em parte de seu fluxo, por intervenientes habilitados como AEO pela aduana brasileira”, diz o chefe da Coana.
Fonte: A5(Gazeta Mercantil/1ª Página - Pág. 1).
A Linha Azul – modalidade expressa de despacho aduaneiro – deve passar por uma reestruturação, após dez anos de operação, para permitir que mais empresas possam usufruir do regime. Devido às exigências atuais de patrimônio e de corrente de comércio, hoje o mecanismo está restrito a indústrias de grande porte, como Volkswagen, Embraer, Dow, Nokia , Samsung, Yamaha e Basf.
“Estamos revendo os requisitos de habilitação para ampliar o benefício”, informa Juraci Garcia Ferreira, chefe da Divisão de Simplificação da Coordenação Geral de Administração Aduaneira (Coana) da Receita Federal. A palavra de ordem, diz ele, é simplificação. “Há chance de os valores – patrimônio líquido e movimentação de recursos no comércio internacional – serem reduzidos”, relata o chefe da Coana. “Mas manteremos a segurança e o controle aduaneiro.” Em linhas gerais, adianta Ferreira, a Receita quer que o grau do benefício seja proporcional ao número de requisitos cumpridos pela empresa. A idéia é que haja três níveis de habilitação e que as mudanças sejam implementadas ainda este ano.
No momento, esclarece o chefe da Coana, um grupo avalia a viabilidade técnica e legal da alteração.
Viracopos, o pioneiro
A Linha Azul nasceu experimentalmente há 12 anos como um projeto do Aeroporto de Viracopos (SP). Em 1999, por intermédio da Instrução Normativa nº153,a Receita estendeu o mecanismo a todas as alfândegas do País. De lá para cá, o regime foi sendo aperfeiçoado, vigorando atualmente a I n s t r u ç ã o N o r ma t i v a nº 779/2007, da Receita Federal. “A empresa habilitada tem tratamento preferencial tanto na importação como na exportação, mas a incidência de canal vermelho (verificação física e documental de carga) é maior na importação”, diz o inspetor-chefe da Alfândega do Aeroporto Internacional de São Paulo (Guarulhos), José Antonio Gaeta Mendes. Isso explica, segundo ele, por que as empresas usam mais o mecanismo ao nacionalizar mercadorias do que ao exportar. Gaeta ressalta que, embora a incidência de canal vermelho seja menor na Linha Azul, as empresas habilitadas podem pegá-lo. “Ainda assim o trâmite é mais rápido”, explica. Segundo o inspetor, a incidência de canal vermelho é cerca de dez vezes menor para as empresas da Linha Azul.
Movimento de Guarulhos
No ano passado, o Aeroporto de Guarulhos movimentou 8.642 toneladas de mercadorias importadas pelo regime aduaneiro expresso, 27% mais do que no ano anterior, informa o inspetor Gaeta Mendes. Viracopos, o pioneiro, liberou 13.700 toneladas pelo sistema, contra as 13.900 toneladas de 2007. “Tivemos uma pequena migração de carga de Viracopos para Guarulhos, porque investimos nos terminais de carga”,diz o inspetor. As empresas habilitadas a operar no sistema expresso avaliam que o mecanismo só traz vantagens. “O tempo para nós é uma moeda extremamente poderosa”, afirma Juliana Nunes, diretora de assuntos corporativos da Unilever Brasil, fabricante de produtos de higiene pessoal, limpeza e alimentos com 12 unidades fabris no País e 12.500 funcionários diretos.
A executiva conta que os desembaraços estão muito mais rápidos desde que a empresa obteve a habilitação, em junho do ano passado, para suas linhas de higiene e de limpeza, onde está o maior volume de importação e de exportação da companhia. “Fechamos 2007 com 89% dos nossos processos de importação e exportação classificados em canal verde, percentual que subiu para 99% a partir de meados de 2008”,diz a diretora. “O desembaraço, que demorava uma média de um dia, agora sai em minutos.”
Competitividade .
A economia de tempo obtida com a Linha Azul dá inclusive mais visibilidade à Unilever no exterior. “Nos tornamos mais competitivos e podemos fornecer mais produtos lá fora”, comenta Juliana. Todo o creme dental que o grupo Unilever vende na América Latina sai do Brasil e a filial local exporta ainda shampoo`s, cremes de pentear, sabonetes líquidos, sabonetes e, em menor quantidade, detergente em pó. Na outra ponta, a companhia traz basicamente insumos — os únicos produtos acabados são os desodorantes aerossóis, produzidos na vizinha Argentina para abastecer toda a América Latina. Dona de marcas já tradicionais no mercado nacional, como Omo, Rexona, Kibon, Knorr, Dove e Maizena, a Unilever emite mensalmente em torno de 150 declarações de importação (DIs) e mais de 200 registros de exportação (RE) só na Linha Azul. “Estamos praticamente todos os dias nos portos de Santos (SP) e de Suape (PE)”, comenta Juliana.
A executiva relata que a Unilever resolveu aderir ao Linha Azul em 2006, ao ver que preenchia todos os requisitos para solicitar a certificação. “Chegamos à conclusão que era interessante partir para a Linha Azul porque o mecanismo é quase que um atestado de idoneidade”, conclui. A Robert Bosch, que atua nos segmentos automotivo e de ferramentas elétricas, enquadrou praticamente 100% de suas importações e exportações no procedimento expresso. “O grande benefício é você ter maior incidência de canal verde”, diz Anselmo Felix Riso, gerente de Logística Corporativa e Comércio Exterior da empresa, que ingressou no sistema em outubro de 2002. Riso informa que, anteriormente, a empresa levava de 7 a 10 dias, em média, para liberar um processo. “Agora o tempo médio caiu para algo entre 4 a 8 horas”, diz ele. Essa redução gerou uma considerável redução nos estoques da companhia. “Hoje em dia posso me dar ao luxo de ter menos estoque ou quase não ter.” O gerente da Bosch estima que, graças à Linha Azul, os custos médios de armazenagem da Bosch na zona alfandegada caíram 30%. Na opinião do executivo, eventuais alterações que diminuam o volume movimentado ou o capital social das empresas que querem aderir à Linha Azul são positivas. “Não acho que o mecanismo foi feito para empresas grandes, mas sim para companhias idôneas.”
Simplificação beneficiará exportações
Embora a Linha Azul seja um mecanismo predominantemente utilizado pelas empresas brasileiras na importação, se os estudos em curso na Receita Federal forem mesmo colocados em prática as exportações sairão ganhando. A idéia, na Receita, é aperfeiçoar o conceito internacional de Operadores Econômicos Autorizados (OEA), credenciando operadores legítimos e confiáveis para operar no comércio exterior com procedimentos aduaneiros simplificados. De acordo com Juraci Garcia Ferreira, chefe da Divisão de Simplificação da Coordenação Geral de Administração Aduaneira (Coana) da Receita Federal, entre os ganhos visualizados com o projeto está a possibilidade de as empresas habilitadas poderem iniciar o despacho de importação com antecedência, ainda abordo do navio, por exemplo, adiantando a fiscalização aduaneira e a liberação das mercadorias importadas. A Receita almeja, ainda, que as aduanas de outros países reconheçam a qualidade da certificação local de AEO. “Isso pode gerar tratamento diferenciado das operações de exportações brasileiras executadas, no todo ou em parte de seu fluxo, por intervenientes habilitados como AEO pela aduana brasileira”, diz o chefe da Coana.
Fonte: A5(Gazeta Mercantil/1ª Página - Pág. 1).
sexta-feira, 9 de outubro de 2009
Araçatuba lança novo Serviço no Transporte
O Expresso Araçatuba tem novidade para o mercado. A empresa está lançando um serviço de embarque de cargas para mais de 5 mil municípios de todo o Brasil a partir de seis capitais das regiões Norte e Centro-Oeste.
Serviço - O novo serviço da transportadora, chamado “Vendas Brasil”, entrou em operação nesta segunda-feira (5). Com ele, o Expresso Araçatuba oferece embarque de cargas para mais de 5 mil municípios do país a partir das capitais Manaus (AM), Goiânia (GO), Belém (PA), Palmas (TO), Cuiabá (MT) e Campo Grande (MS), além de Araguaína, no Tocantins.
De acordo com a transportadora, que no começo do ano foi adquirida pela multinacional TNT, o novo serviço deve atender, principalmente, clientes dos segmentos farmacêutico, informática, autopeças, têxtil, telecomunicações, cosméticos, calçados, eletroeletrônicos. “A expansão da rede de atendimento do Expresso Araçatuba é fruto do processo de integração da empresa com a TNT. Juntas, as companhias oferecem aos clientes uma infraestrutura própria composta por 131 unidades distribuídas pelo País, 2.500 veículos e 8.500 colaboradores”, ressalta o diretor de vendas do Expresso Araçatuba
Serviço - O novo serviço da transportadora, chamado “Vendas Brasil”, entrou em operação nesta segunda-feira (5). Com ele, o Expresso Araçatuba oferece embarque de cargas para mais de 5 mil municípios do país a partir das capitais Manaus (AM), Goiânia (GO), Belém (PA), Palmas (TO), Cuiabá (MT) e Campo Grande (MS), além de Araguaína, no Tocantins.
De acordo com a transportadora, que no começo do ano foi adquirida pela multinacional TNT, o novo serviço deve atender, principalmente, clientes dos segmentos farmacêutico, informática, autopeças, têxtil, telecomunicações, cosméticos, calçados, eletroeletrônicos. “A expansão da rede de atendimento do Expresso Araçatuba é fruto do processo de integração da empresa com a TNT. Juntas, as companhias oferecem aos clientes uma infraestrutura própria composta por 131 unidades distribuídas pelo País, 2.500 veículos e 8.500 colaboradores”, ressalta o diretor de vendas do Expresso Araçatuba
MANAUS - Destaque na Cabotagem
A Mercosul Line, armador brasileiro especializado no transporte marítimo de contêineres pertencente ao grupo A. P. Moller - Maersk, realiza amanhã o batismo do navio Mercosul Manaus, no Super Terminais Manaus. A escolha do nome é uma homenagem à cidade que responde grande parte do movimento de cargas da empresa, afirmou o diretor da Mercosul Line, Artur Bezerra. Semanalmente, o porto é responsável por um embarque médio de 15 mil toneladas com cargas para todo o Brasil, principalmente linha branca, duas rodas e eletroeletrônicos. Já com destino a Manaus entre os principais setores que abastecem a região está vestuário, alimentação, higiene, material de construção - este último em função da forte crescimento da construção civil no Estado. “A escolha de Manaus como uma das cidades sedes para a realização da Copa 2014 seguramente vai aquecer não apenas a economia local, mas também vai ampliar as oportunidades de negócio na cabotagem brasileira”, ressaltou o executivo do grupo. Capacidade - Com todos estes atributos, a empresa espera aumentar sua participação de mercado em aproximadamente 25% nos próximos dois anos. Apesar da instabilidade no cenário financeiro global, a Mercosul Line visualiza grandes oportunidades no mercado doméstico. Um fator importante de novos negócios está direcionado ao menor custo por unidade no transporte marítimo em contrapartida ao rodoviário. Especificações - O Mercosul Manaus possui 210 metros de comprimento, alojamento para 33 tripulantes, 11,4 metros de calado e velocidade de 22.5 Knots. A tecnologia presente na embarcação também está a favor do meio ambiente. Os motores foram produzidos com avanços em eletrônica, os quais permitem a redução no consumo de combustível e, consequentemente, na emissão de dióxido de carbono (CO2) em cerca de 49,8%. Cabotagem no Brasil - O Brasil possui 8 mil quilômetros de costa e 70% das indústrias estão localizadas nas proximidades (aproximadamente 100 quilômetros da costa). Com isso, a cabotagem ganhou força nos últimos anos, pois é considerada uma importante alternativa para compor a cadeia de suprimentos em diversos setores da economia. O transporte marítimo contribui para a redução de custos, em relação ao rodoviário, minimiza o impacto ambiental, além de proporcionar a integridade dos produtos em seu destino. No quesito segurança, o modal se destaca em decorrência do crescente número de roubo de cargas terrestre, sobretudo, nos últimos oitos anos, segundo dados da Confederação Nacional dos Transportes (CNT). Empresa - A Mercosul Line é um armador brasileiro especializado no transporte de cargas em contêineres. Há dez anos atua na cabotagem e na navegação comercial, e desde fevereiro de 2006, tornou-se parte do grupo dinamarquês A. P. Moller - Maersk.
Por A Crítica - AM
Por A Crítica - AM
Logística em Manaus receberá repasses da União
Nos próximos dois anos, o Brasil terá R$ 70 bilhões para investir em logística e infraestrutura ligadas ao comércio exterior e o Amazonas será um dos Estados beneficiados com esses investimentos, segundo a secretária executiva da Câmara de Comércio Exterior (Camex), Lytha Spíndola, que esteve ontem em Manaus participando de encontro com representantes dos governos federal, estadual, municipal, Suframa e da iniciativa privada. Em entrevista à imprensa, a secretária admitiu que a inexistência de infraestrutura logística apropriada é um fator que encarece o produto brasileiro, tirando a sua competitividade no mercado externo e interno. “Muitas vezes é mais barato trazer um produto da Ásia do que levar de Manaus ao Rio de Janeiro”, disse. De acordo com Lytha Spíndola, o governo federal está com uma série de iniciativas previstas para a área da Política de Desenvolvimento da Produção (PDP). “Nessa área, temos ações com resultados e metas para cada segmento, como medidas para melhorar a logística de transporte, para desonerar a produção exportável e para facilitar o acesso de pequenas e médias empresas a fontes de financiamento”, ressaltou. O encontro de ontem, segundo Lythia, “abre um forte diálogo” com o setor privado. “Este é o primeiro encontro do País que acontece na região, onde os órgãos do governo federal debatem com os governos locais e representantes do setor privado a melhoria das atividades”, acrescentou. A escolha de Manaus foi em função da facilidade para implementar certas medidas de modernização na região
Lançamento da Motocicleta Elétrica
Alguns anos depois de se instalarem no País, os fabricantes asiáticos estão conquistando mercado com novos produtos e parcerias - movimento que está dando ânimo à indústria após um primeiro semestre ruim, quando as vendas caíram 20% ante igual período de 2008. "A concorrência está muito mais acirrada", diz o o presidente da Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares (Abraciclo), Paulo Shuiti Takeushi. Prova do apetite chinês pelo mercado nacional é a estratégia do grupo CR Zongshen. Uma das cinco maiores fabricantes de motos da China, ela chegou ao Brasil em maio com a promessa de investir R$ 80 milhões, e o objetivo declarado de concorrer com as líderes Honda e Yamaha. Três meses após a estreia, comprou a brasileira Kasinski, do empresário Abraham Kasinsky. "A aquisição nos resolveu dois problemas: ganhamos uma marca pronta e com boa aceitação, além de um portfólio que inclui motos de alta e baixa cilindradas", diz Cláudio Rosa Júnior, presidente do grupo chinês no País, que vai adotar a marca Kasinski em suas motos.No Salão Duas Rodas, evento do setor que começa na próxima terça-feira, a companhia sino-brasileira mostrará 12 lançamentos, incluindo uma moto elétrica, a primeira a ser fabricada nacionalmente. Os produtos estão sendo fabricados na unidade industrial da Kasinski em Manaus. Em janeiro, porém, a companhia inicia a construção de um novo complexo industrial também em Manaus, com capacidade de produção de 180 mil unidades ao ano. Segundo o executivo do grupo, a intenção é obter 5% de participação de mercado em três anos.A Dafra, fundada pelo grupo Itavema há menos de dois anos e que acaba de fechar uma parceria com a chinesa Dachangjiang Group (DCJ), tem meta mais ambiciosa. A companhia quer 12% das vendas do setor no prazo de cinco anos. "Para isso precisamos ter uma linha mais ampla de produtos. As parcerias são um caminho seguro nessa direção", afirma o presidente da Dafra, Creso Franco, que prevê lançar um modelo a cada ano, a partir do acordo. Pelo menos cinco projetos já estão sendo desenvolvidos com os chineses da DCJ, maior fabricante de motocicletas da China, com produção de 26 milhões de unidades/ano. A Dafra também firmou uma parceria de transferência de tecnologia com a indiana TVS e mostrará os primeiros frutos no salão. COMPETIÇÃOOs investimentos estrangeiros têm estimulado os competidores já estabelecidos no mercado, acredita o presidente da Abraciclo. "Estamos vendo fabricantes lançarem novidades em suas linhas e aperfeiçoarem tecnologias. Elas foram obrigadas a buscar soluções, o que é muito positivo para a indústria." Os concorrentes também acirraram a disputa por preço, ao trazerem produtos competitivos, diz o executivo.Para o presidente da Sundown, Walther Biselli, além de demonstrar o potencial do mercado brasileiro, a chegada de novas marcas beneficia as empresas estabelecidas. "Todas estão tendo de trabalhar preço." Uma das cinco maiores fabricantes do País, a companhia vai lançar cinco modelos durante o Salão Duas Rodas. As novidades incluem o lançamento de um quadriciclo, o que representa um novo segmento para a empresa. "Ao contrário dos novos competidores, temos uma rede de vendas e assistência já madura, o que nos permite tempo para investir no desenvolvimento de produtos." RECUPERAÇÃOOutro motivo da retomada do ânimo dos fabricantes são os números das vendas no último trimestre, que devem dar sinais de recuperação. O resultado de setembro ainda não foi divulgado, mas as vendas de agosto cresceram 14% ante o mês anterior, segundo a Abraciclo."O período mais difícil foi ultrapassado", acredita o presidente da entidade. As empresas do setor devem comercializar 1,7 milhão de unidades este ano - abaixo dos 2 milhões de 2008, mas próximo do patamar de 2007. Algumas medidas, como a criação, por bancos oficiais, de uma linha de crédito com taxas de juros reduzidas para o segmento, ajudaram a indústria a respirar nos últimos meses. Segundo Takeushi, a iniciativa do governo está estimulando outras instituições financeiras a diminuir o custo dos financiamentos. Para os fabricantes, porém, o crédito ainda não foi normalizado. "Falta apetite das financeiras", avalia Cláudio Rosa, da Kasinski. Já o presidente da Dafra, Creso Franco, acredita que a recuperação ocorrerá apenas em meados de 2010.
Por O Estado de São Paulo - SP
Por O Estado de São Paulo - SP
Mercosul Manaus crescerá 25% nos próximos dois anos
A Mercosul Line acaba de batizar o navio Mercosul Manaus, no Super Terminais Manaus, que passa a escalar nos portos de Santos, Paranaguá, Imbituba, Salvador, Suape, Pecém e Manaus, acenando a possibilidade de novas escalas serem incorporadas ao serviço. O navio tem as mesmas dimensões que as outras duas embarcações em operação na rota - Mercosul Santos e Mercosul Suape - com capacidade nominal para 2.500 Teus (unidade de medida que equivale a um contêiner de 20 pés) e 268 tomadas para carga refrigerada. As embarcações têm 210 metros de comprimento, 11,4 metros de calado e velocidade de 22,5 nós. Manaus está no topo da lista para a geração de negócios da Mercosul Line, com embarque médio semanal de 15 mil toneladas de produtos de linha banca, duas rodas e eletroeletrônicos para todo o Brasil. A região também é abastecida por setores como vestuário, alimentação, higiene e material de construção. "A escolha de Manaus como uma das cidades sedes para a realização da Copa 2014 seguramente vai aquecer não apenas a economia local, mas também vai ampliar as oportunidades de negócio na cabotagem brasileira", argumenta Artur Bezerra, diretor da Mercosul Line. A competitividade da cabotagem quando comparada ao transporte rodoviário deverá turbinar os negócios da Mercosul Line e, apesar da instabilidade no cenário financeiro global, a companhia vislumbra grandes oportunidades no mercado doméstico. A expectativa é expandir os negócios em 25% nos próximos dois anos.
Por Grupo Intermodal - Guia Marítimo
Por Grupo Intermodal - Guia Marítimo
Fábrica Indiana de Motos em Manaus
Bajaj Auto, da Índia, planeja ter fábrica em Manaus
Empresas
Mumbai - A montadora indiana Bajaj Auto planeja construir uma fábrica na Zona Franca de Manaus no ano fiscal que vai começar em 1º de abril de 2010, segundo reportagem da agência de notícias Press Trust of India, que citou o vice-presidente da companhia, Madhur Bajaj.A Bajaj Auto, segunda maior fabricante de motocicletas da Índia, está estudando a localização da fábrica e trabalhando nos detalhes financeiros do projeto, segundo a reportagem. As informações são da Dow Jones.
Por Portal Exame - Danielle Chaves - Agência Estado (AE)
Empresas
Mumbai - A montadora indiana Bajaj Auto planeja construir uma fábrica na Zona Franca de Manaus no ano fiscal que vai começar em 1º de abril de 2010, segundo reportagem da agência de notícias Press Trust of India, que citou o vice-presidente da companhia, Madhur Bajaj.A Bajaj Auto, segunda maior fabricante de motocicletas da Índia, está estudando a localização da fábrica e trabalhando nos detalhes financeiros do projeto, segundo a reportagem. As informações são da Dow Jones.
Por Portal Exame - Danielle Chaves - Agência Estado (AE)
A MVK Motos vai investir R$ 32 milhões
A MVK Motos vai investir R$ 32 milhões na construção de uma fábrica de motocicletas e quadriciclos em Manaus. A Embramoto, empresa criada pelos sócios brasileiros da MVK Motos, iniciará a produção a partir de março de 2010. A fábrica deverá produzir cerca de 7.800 veículos no primeiro ano e 12.300 unidades no ano seguinte. Nesses dois primeiros anos, 80% da produção será de motocicletas e 20% de quadriciclos. "Com a produção local, os preços dos produtos MVK no mercado brasileiro serão mais estáveis e não dependerão mais da oscilação do dólar", afirmou o diretor da MVK Motos, Guillermo Altrichter.Segundo o executivo, a expectativa é que as motos e quadriciclos MVK custem até 15% menos do que os modelos importados. Altrichter, que assume agora a direção da Embramoto, destaca que o modelo Fox, o mais barato da marca, deverá ter o preço reduzido dos atuais R$ 4.280 para cerca de R$ 3.580. Já os modelos Fenix Gold e Spyder, produzidos em Manaus, valerão R$ 11.280 e R$ 15.280, respectivamente.O executivo acha que a produção local dará melhor possibilidade de controlar a qualidade dos produtos. "Teremos equipes especializadas na China, controlando os componentes importados, e um departamento responsável pela gestão da qualidade, que ficará incumbido de garantir que os componentes nacionais e importados atendam às normas técnicas e padrões de qualidade exigidos pela legislação brasileira." Segundo ele, a Embramoto se comprometeu a obter a certificação ISO 9001 ainda no primeiro ano de atividade da fábrica. O projeto de produção nacional da MVK foi aprovado recentemente pela Superintendência da Zona Franca de Manaus (Suframa). A empresa procura agora um lugar para a fábrica. Na nova planta, que deverá criar 61 empregos diretos até o fim do primeiro ano de operação, será construída uma linha de montagem para motos, outra para quadriciclos, uma exclusiva para motores e, ainda, uma área para testes de equipamentos diversos, como freios, luzes, alinhamento de rodas e calibragem de velocímetros.
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